Além do Obvio Ululante q Pulula Nas Mentes Humanas





*Blogs*

..:Vi
..:Mariane
..:Fer sheep
..:Gabriel
..:Fer e Rafa
..:Dri
..:Ivy



*Links*
..:CMI
..:Dige
stivo Cultural
..:Akatu
..:Caros Amigos
..:Indigo Girl
..:Duvida Cruel
..:Punknet
..:Zonapunk
..:Cocadaboa
..:Ceticismo Aberto
..:I love egg
..:STR

This page is powered by Blogger.

17.6.03
hmmmmm
album de fotos em breveee
blog novo assim que eu fizer a maldita prova de quimica que foi adiada pra segunda !!
yé !!
mariane , nossa união está proxima

posted by *Lilinha* 21:03
5.6.03
If I pretended I was blind and struck it from my mind would it still be there ??
What if I do anything to make it seem alright ?
it´s alright ....
would it be easier if I could just forget ?

posted by *Lilinha* 22:28
11.5.03

posted by *Lilinha* 21:16
Gosto d certezas , seguranças , coisas duradouras ... não sei viver esperando mudanças , não sei viver angustiada pelo futuro ...e por mais distante que ele possa parecer , vive nos meus pensamentos ...


Por que pessoas tão iguais precisam seguir caminhos tão diferentes ?



posted by *Lilinha* 21:12
5.5.03
Tenha paciencia e leia até o fim ...


"Carandiru" e a exclusão dos incluídos


30.Abr.2003 | Pai que arremessa bebê em pára-brisa e bate com a cabeça da filha em árvore, filho que bate com a cabeça da mãe na pia até matá-la, neto que enforca a avó para roubar-lhe o dinheiro, pais que matam filhos inconvenientes, filhos que matam pais inconvenientes. O Brasil tem 170 milhões de técnicos de futebol e de sociólogos dos excluídos, mas está faltando aparecer alguém que se proponha a explicar, neste início de século, o que está acontecendo com os incluídos.

O país está lotando os cinemas para ver o mundo cão. É o filão do momento. “Carandiru”, “Ônibus 174”, “Cidade de Deus” são produções que ultrapassam aquele papel essencial de cavar notícias sobre uma realidade obscura. Muito além do flagrante, da denúncia, esse cinema quer – e o público também – o submundo dramatizado, com acabamento de primeira. Quer mostrar e ver direito todo o estilo que há na crueldade da facada e na língua mal falada. Como se sabe, o cinema pode tudo – até glamourizar a estupidez.

A vida bandida está na moda, e de quebra espalha a sensação geral de um ajuste de contas social. Os filmes são bons, e ainda dão ao espectador aquele orgulho do testemunho cívico (“agora eu conheço a verdade”). É importante mesmo que se conheça a-vida-como-ela-é abaixo da linha da dignidade, mas convém dar uma espiada no que está acontecendo acima dessa linha. Talvez não dê bilheteria, nem sensibilize o pessoal em Cannes, mas a tragédia dos incluídos está aí para quem quiser filmá-la.

Os civilizados vão ao cinema impressionar-se com a barbárie, depois voltam para casa achando que desmoronamento dos costumes é problema dos outros. A autocrítica da classe média (eufemismo que indica quase todo mundo que não mora em favela e freqüentou a escola) não passa de meia dúzia de clichês sociológicos. A culpa é da televisão, decretam uns. A raiz dos problemas está no individualismo consumista, ou no consumismo individualista, divergem outros (um respeitado psicanalista disse que a queima de um índio por jovens de Brasília era fruto do neoliberalismo).

Um debate entre especialistas sobre casos de violência na classe média dificilmente termina sem uma crítica à “busca do prazer a qualquer preço” e à “cultura do narcisismo” (infelizmente, nunca aparece alguém para dizer o contrário: que o prazer per capita está baixo, ou que as pessoas estão sem espaço para manifestar o seu narcisismo – o que daria uma equilibrada nos lugares-comuns).

O flagelo das drogas, outro diagnóstico com alto ibope entre os especialistas, tem sido providencial para aliviar a consciência de famílias baratinadas. O Zezinho seria ótimo se não cheirasse cocaína, diz a mãe crédula. O exame toxicológico no músico Alexandre Alvarenga, que arremessou seu bebê contra o vidro de um carro, acusou vestígios de cocaína no sangue – e a sociedade respirou aliviada. “Foi ela de novo”, consolaram-se todos, sem se dar ao trabalho de imaginar como seria se todos os músicos que cheiram cocaína fizessem o mesmo (provavelmente, choveriam bebês no trânsito das grandes cidades).

Está tudo bem no seio das famílias educadas, só falta o Zezinho parar de cheirar. Inclusive, algumas das melhores cabeças da sociedade civilizada resolveram fazer uma campanha para mostrar ao consumidor de drogas que é ele quem financia os facínoras do tráfico. O mundo politicamente correto é de fato maravilhoso. Os viciados do Brasil estavam só esperando esse toque ético para submeterem-se a uma transfusão de responsabilidade, e morrer de vergonha de cheirar a próxima carreira. A campanha poderia aproveitar o embalo e alertar que bater com a cabeça da própria mãe na pia do banheiro faz mal à saúde (dela, pelo menos).

A burguesia inteligente parece seguir um decreto de que, para efeito de produção de teses, peças e filmes, “pessoas comuns” são os pobres. Não há no Brasil pessoas comuns morando em apartamentos e com filhos em escola particular. O teatro da geração de Mauro Rasi custou a ser aceito pela intelectualidade artística, que preferia tietar Bertolt Brecht e não tinha tempo para um sujeito falando de mães, tias e outras futilidades. Era o Besteirol. Na última edição do Festival de Gramado, alguns nomes consagrados do cinema fizeram campanha nos bastidores para desclassificar filmes que destoavam da safra “social”. Para estes luminares, tratar da vida de pessoas comuns em seus apartamentos era alienação pequeno-burguesa.

Para a classe média culta, a realidade da vida circula de ônibus 174. O resto é individualismo consumista (ou consumismo individualista). Quanto ao Zezinho, basta tirar-lhe a TV e as drogas que ele melhora


Guilherme Fiuza ...

posted by *Lilinha* 22:23
28.4.03
Vivendo sempre no futuro ... tudo se espera , nada se realiza ...
posted by *Lilinha* 22:48
22.4.03
long time , no see , hun ???
mas em breve surgirá um novo blog , com novas cores e uma parceira ... e eu novamente escrevendo ...
ainda clima de feriadão ... na chácara dessa vez ... "reunião de familia" ... primo seguindo patinhas de coelho de um lado , gente arrancando bigato de passarinho de outro , cachorro latindo , esqui-aquático , churrasco , nada pra comer além de chocolate ... afeeeeeee ...

mas enfim , aqui estamos .... meu quarto tá passando por reformas ... ta meio corrido ,escrevo depois ...

posted by *Lilinha* 22:09
17.4.03
as vezes nada da certo e mesmo assim fica tudo bem ....
saudades de sair com amigos.. estou na aula de web , fazendo NADA há 1 hora ... devia ter ficado em casa durmindo ou ido na Má ...mas eu me preocupei em vir ... e a única coisa que eu nao queria agora are ter que ficar olhando pra uma tela de computador sem aprender bosta nenhuma .... porra ....

posted by *Lilinha* 19:37
14.4.03
quem será q foram as 11 esperançosas criaturas que visitaram meu blog ... poxa ....
posted by *Lilinha* 22:35
Blog novo em construção !!! agora em parceria com donna sheep !!
amanhã acabam minhas provas e eu volto a ter a capacidade emocional e intelectual habitual ...
au au au ...

posted by *Lilinha* 22:34



home